Potabilização de água em bairros e municípios

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), atualmente dos 6.250 milhões de habitantes, 1.100 milhões não têm acesso à água potável e 2.400 milhões necessitam um saneamento adequado. As cifras envolvem em valores aproximados 40% da população mundial. As páginas mais importantes do relatório, dizem que cinco milhões de pessoas, a maioria crianças, morrem a cada ano por beber água contaminada.       

A Unitek do Brasil®, alinhada aos objetivos da ONU, conta com uma equipe de profissionais dedicados exclusivamente a desenvolver tecnologias adequadas a este problema mundial. Desde o tratamento da água mediante uma ampla gama de tecnologias, a gestão eficiente do recurso, até o reuso da água e seu máximo aproveitamento.

Ante a problemática da água potável, muitas comunidades/bairros e municípios optam pela solução mais rápida, ou econômica, e acabam contaminando mais ainda a água que potabilizam, repercutindo em um grande problema para seu futuro. É por isso que a Unitek do Brasil® oferece:

  • Pré-engenharia e estudo de cada caso.
  • Reuso de águ.
  • Tratamento e venda de água In Sit.
  • Sistema de tratamento de água para emergências climática.
  • Processo DLC® que minimiza o efluente de cada tratament.

A seguir, apresentamos algumas das etapas de potabilização que podem ser parte do projeto de uma planta de tratamento de água para comunidades/bairros, municípios e cidades.

ALGUMAS ETAPAS DE POTABILIZAÇÃO

Cloração é o nome que se dá ao procedimento para desinfetar a água e também é o nome mais usado, utilizando o cloro ou alguns de seus derivados, exemplo o hipoclorito de sódio ou de cálcio. É o processo mais simples de esterilização e mais barato, a ação do cloro é de pouca profundidade e as partículas em suspensão o dificultam.

Os filtros de areias e multicamadas possuem certa ação eliminadora de bactérias, porém, não para serem considerados um tratamento bacteriológico. Estes filtros retêm terra, areia e algumas impurezas, mas deixam passar alguns microorganismos e substâncias químicas dissolvidas.

Quanto aos sólidos dissolvidos, a tecnologia aplicada para sua remoção, é a osmose reversa. Nesta etapa, eliminaremos os contaminantes como o arsênico, nitratos, boro, cianuro, etc.

Se a água pré-clorada não está muito carregada de materiais em suspensão, pode ser suficiente um filtro como a única forma de depuração. Para quantidades pequenas são fabricadas plantas portáteis que podem ser transportadas com todos seus acessórios.

Para aplicações em desastres naturais, onde a carga de material em suspensão poder ter variações é necessário a utilização de membranas de ultrafiltração, já que elas mesmas outorgam uma filtração absoluta, portanto uma qualidade de água tratada constante, sem importar a qualidade da água de alimentação. Além de oferecer uma ótima qualidade de água para a pós cloração, devido a remoção de 99,99% dos vírus e 99,9999% de bactérias.

Radiação ultravioleta, por meio de uma lâmpada de quartzo cheia de vapor de mercúrio, pode produzir raios ultravioleta. Estes raios destroem o DNA das bactérias impedindo seu crescimento exponencial. Esta etapa é altamente recomendável como pré-tratamento de sistemas de membranas, tais como a osmose reversa ou a ultrafiltração. Desta forma evitaremos o desenvolvimento de biofilmes na superfície das membranas.

Ozonização, o ozônio em contato com substâncias oxidáveis, se descompõe rapidamente em oxigênio nascente e oxigênio diatômico inativo. O primeiro é o que destrói a matéria orgânica. Geralmente, este é utilizado para aplicações de comunidades/bairros e municípios quando não existe uma rede de distribuição, e a água é entregue em galões ou recipientes fechados. Assegurando assim, a esterilidade da água até seu consumo.

Ainda quando o termo "água potável" é de uso cotidiano, é importante observar que a definição deste conceito varia com o tempo. Em função das técnicas analíticas disponíveis para medir os contaminantes, é modificada com os conhecimentos referentes a toxidade e depende da legislação de cada país. É por isso que para qualquer projeto, nosso departamento de engenharia pedirá o perfil físico-químico completo da água a tratar.

Uma planta de tratamento, nunca satisfaz diretamente à demanda necessária, trabalha constantemente e armazena, em caso de que as demandas futuras sejam muito grandes; o projeto de uma planta de tratamento de água, nunca deve ser igual à demanda atual, e sim deve ser preparado para crescimentos futuros programados, seja da capacidade instalada, maior e/ou modular.